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Por Vítor Ferreira – 14/10/2016

Foto: Divulgação

Muitas pessoas jogam na mesma panela o significado de sexo e amor, como se ambos fossem sinônimos perfeitos e que podem ser substituídos um pelo outro sem nenhum problema. Essa ideia é de certa forma bem errada, uma vez que, um é o complemento do outro, e em prática podem ser bem diferentes.

Em tempos passados, os termos referiam-se a prática sexual, sendo o segundo empregado mais vezes por ser mais delicada e supor um maior envolvimento sentimental, enquanto o primeiro estava associado avida mundana.

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Mas será que realmente existe tanto peso em uma palavra que possa determinar o significado de uma transa? Hoje é difícil avaliar e separar os dois. Mas levando ao pé da letra o que era definido como amor e sexo podemos caracterizar algumas diferenças. O assunto é delicado e cada um pode ter sua opinião, mas tentamos evidenciar alguns detalhes que distinguem mais fielmente um do outro. Saiba mais:

1. Conhecer

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Quando falamos de sexo, não necessariamente você precisa conhecer muito sobre seu parceiro, ou, até mesmo, nem saber o nome dele. O fato é que uma transa sem compromisso é voltada apenas para a satisfação do momento de ambas as partes, e não uma ligação sentimental, é como uma aventura. Já no amor, a base de uma boa relação é a intimidade e o saber de detalhes do parceiro, no qual você já domina os seus pontos de prazer, pode ser mais claro e zelar pelo momento, como algo realmente especial.

2. As preliminares

Tanto o sexo quanto o amor envolvem as famosas preliminares, o que muda de uma para outra é como ela irá acontecer e seu tempo. Óbvio que quando se está em um relacionamento os parceiros sabem exatamente onde devem agir para que tenham prazer, e acabam se tornando mais demoradas pelos números de detalhes que um conhece do outro. O sexo puro é muito mais prático e “selvagem”, no qual não há um foco exclusivo nos preparativos, que podem rolar antes, durante, depois, aventurando-se em tentar compreender o corpo do outro e seus locais sensíveis.

3. O prazer

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Esse assunto é sempre bastante delicado, uma vez que prazer pode ser uma coisa muito subjetiva, ou seja, vai de pessoa para pessoa, mas toda prática sexual busca atingi-lo. No amor, os parceiros querem não só se sentirem satisfeitos como colaborar para que o outro também atinja o orgasmo, é basicamente uma troca, calcada em um sentimento. O sexo é, em grande parte, mais egoístalimitando-se ao seu prazer exclusivo, muitas vezes procurado apenas para aliviar o estresse do dia (isso também pode ocorrer dentro de uma relação estável).

4. Tempo

Em relação ao tempo da relação o buraco é mais fundo, já que esse fator depende muito do momento e da vontade em que os parceiros estão inseridos. Porém, é mais comum que quando um casal já tem uma certa intimidade acabe enrolando mais na hora H, pois há um maior número de detalhes a serem explorados, caricias “obrigatórias”. Enquanto que o sexo é mais direto, como as pessoas podem não se conhecer muito, não há o porquê de demorar, o orgasmo é o objetivo a ser alcançado.

5. Intenções

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Ambos os casos devem ser avaliados da melhor maneira possível, com clareza na hora de expor suas intenções. Não é porque o sexo é casual que não role uma expectativa, mesmo que não aja nenhum propósito aparente, a não ser o prazer momentâneo, é legal demonstrar isso. Já pensou se o parceiro começa a alimentar ilusões de uma possível continuação ou relacionamento? No amor essas preocupações são menores, o casal entende as necessidades um do outro e pode explorar o campo sexual quando quiser por qualquer motivos que podem ou não serem comunicados.

6. Química

Não importa qual o tipo de relação que você estabelece com a outra pessoa, em algum momento rolou aquela química. Logicamente pessoas que estão juntas a mais tempo podem possuir um envolvimento bem maior e efetivo, pois conhecem seus detalhes mais íntimos e abusam dos pontos sensíveis. Nem por isso duas pessoas que acabam de se conhecer não possam ter uma correspondência tão forte, porém é mais comum que a ligação não seja tão sólida. Não confunda prazer com sintonia!

Via: Alto Astral 

Jornalista Ricardo Cavalcante
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