Max Werenka, de 13 anos, estava atravessando de barco o lago Griffin, perto de Revelstoke, Columbia Britânica, no Canadá, no mês passado quando avistou um carro no leito. O nível da água estava mais baixo e o veículo, em posição vertical, pôde ser observado.

O adolescente contou sobre o achado para a mãe, que presumiu que se tratava de um carro envolvido em acidente em 2009 no local. A mulher contou à Polícia Montada, que decidiu investigar.

Uma equipe foi ao local, mas, por causa da inclinação do Sol no momento, não foi possível ver o carro.

Max não se deu por vencido. Com uma GoPro, ele mergulhou no local.

Três dias depois, o velho Honda Accord foi içado pela polícia. No seu interior havia um corpo.

O corpo era de Janet Farris, da cidade de Mill Bay, Columbia Britânica, no Canadá, desaparecida em 1992 – 14 anos antes de Max nascer -, contou a emissora canadense CBC.

Janet estava dirigindo para um casamento em Alberta quando foi dada como desaparecida pela família. Meses de buscas não deram em nada e o caso foi encerrado.

“A pior coisa era não saber o que havia acontecido”, contou George, filho de Janet.

A polícia acredita que carro de Janet tenha despencado de uma rodovia que passa ao redor do lago.

Max foi chamado pela Polícia Montada de “bom detetive”.

Fonte: Extra

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Jornalista Ricardo Cavalcante

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