Ao todo, 11 pessoas privadas de liberdade estão envolvidas na produção, sendo oito homens e três mulheres. Para a atividade laboral, o Senai cedeu as máquinas de costura, e os insumos usados na fabricação dos itens foram doados pelo Executivo Municipal.
O diretor da UPI, Antônio Cordeiro, disse que os internos receberam instruções técnicas de uma costureira profissional antes de iniciarem os trabalhos. “É importante a participação de todos para combater uma doença que preocupa o mundo inteiro”, analisou.

Todos os equipamentos de proteção individual (EPIs) confeccionados na unidade prisional serão entregues à Prefeitura de Itacoatiara, que ficará encarregada pela distribuição das máscaras. “Os internos já produziram 200 peças, e temos material suficiente para confeccionar mais de 3 mil máscaras”, afirmou Cordeiro.

Mão de obra carcerária

Essa é a segunda vez que a mão de obra carcerária da UPI é usada na produção de máscaras de proteção. Na primeira vez, os internos confeccionaram um total de 500 itens, que foram doados a diferentes entidades do município: Hospital Regional José Mendes, 2º Batalhão da Polícia Militar, Fórum de Justiça da Comarca de Itacoatiara, sete Unidades Básicas de Saúde (UBSs), e também aos funcionários da unidade prisional.

Via Forquilha Portal de Notícias

Jornalista Ricardo Cavalcante
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