Uma menina do Tennessee, EUA, nasceu a partir de um embrião congelado há 27 anos, o caso mais antigo de conservação in vitro que se tem notícia, de acordo com a equipe de pesquisa da Biblioteca Médica Preston da Universidade do Tennessee. As informações são da ABC News e da CNN. O embrião foi congelado em outubro de 1992.

A pequena bebê Molly Everette Gibson nasceu em 26 de outubro e bateu recorde de sua irmã, Emma Wren Gibson, que nasceu em 2017, 24 anos depois que seu embrião foi congelado (os embriões haviam sido congelados no mesmo dia).

As duas são filhas de Tina e Ben Gibson, que engravidaram com a ajuda do National Embryo Donation Center, uma organização religiosa sem fins lucrativos que armazena embriões congelados em fertilização in vitro que os pacientes decidiram não usar e os doa para adoção.

Com isso, foi possível que Tina, a mãe adotiva, tenha hoje apenas 28 anos (ou seja, ela tinha apenas 1 ano quando o embrião de sua caçula foi congelado).

Segundo Carol Sommerfelt, que dirige o centro de doações, o fato de as duas irmãs terem nascido com sucesso mostra o avanço da tecnologia. “Isso definitivamente reflete na tecnologia usada há tantos anos e sua capacidade de preservar os embriões para uso futuro em um período de tempo indefinido”, disse à imprensa norte-americana.

Fonte: O Tempo

Jornalista Ricardo Cavalcante
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