O estudante Rowan Thompson, de 17 anos, matou a mãe, Joana Thompson, com 118 facadas e ligou par ao serviço de emergência de Hambledon, em Hampshire, na Inglaterra, confessando o crime e pedindo para que a polícia “trouxesse algo para carregar o corpo”.

O caso ocorreu em julho do ano passado, mas os fatos vieram à tona durante julgamento nesta segunda-feira (14). O jovem foi encontrado morto em outubro deste ano, quando estava em custódia em uma instituição penal para pessoas com sofrimento mental.

Joana foi morta com 38 facadas na cabeça, 64 no pescoço e 16 nos braços, conforme a investigação, publicou o jornal “The Sun”. “Eu estrangulei e venho esfaqueando minha mãe há algum tempo. Tenho quase certeza que ela está morta. Venham me prender, e tragam algo para carregar o corpo”, disse o menino na ligação, informou a polícia.

O rapaz sofria com depressão há alguns anos e já havia sido internado uma fez após uma tentativa de suicídio em 2017. À época do crime, ele alegou aos policiais que se sentia “estranho” depois do crime e o cometeu em “piloto automático”. “Não me lembrava de nada”, disse na delegacia.

O psiquiatra John Sandford, que acompanhou Rowan na instituição onde estava internado, disse à Corte que ele estava dentro do espectro do autismo, mas não havia “nada que sugerisse” que ele estivesse em crise, ou sofrendo com “condições mentais anormais” quando cometeu o assassinato. Durante o julgamento, a declaração foi contestada pelo pai do jovem.

Fonte: O Tempo

Jornalista Ricardo Cavalcante
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