governador Camilo Santana (PT) anunciou, nesta sexta-feira (26), a ampliação do toque de recolher e reduziu novamente o funcionamento das atividades consideradas não essenciais. A circulação de pessoas, que antes era proibida a partir das 22 horas, passa a ser às 20h. Já as empresas deverão fechar às 19h. As restrições valem a partir deste sábado (27) até o próximo dia 7 de março

O novo decreto será publicado nesta sexta-feira (26), no Diário Oficial do Estado. Com isso, o atual, que tinha vigência até o dia 28, será anulado. O texto anterior previa o toque de recolher das 22h às 5 horas, suspensão das aulas presenciais em escolas e universidades públicas e privadas, além do fechamento de todos os espaços públicos às 17h. 

O governador informou que dialoga com o setor com a rede de ensino privada para avaliar o retorno. Por enquanto, disse, as aulas remotas estão mantidas. 

Veja quais as novas medidas anunciadas a partir deste sábado:

– Toque de recolher entre 20h e 5h, de segunda a sexta-feira, e entre 19h e 5h aos sábados e domingos, com saídas permitidas somente em situação de comprovada necessidade;

– Comércio de rua funciona de segunda a sexta-feira até as 17h. As outras atividades econômicas e as religiosas, até 19h. Serviços essenciais podem funcionar após esse horário. No sábado e domingo, restaurantes funcionam até as 15h, e outras atividades econômicas e religiosas até as 17h;

– Espaços públicos continuam com circulação restrita todos os dias a partir das 17h;

– Igrejas devem realizar suas atividades com até 30% de sua capacidade, e estimular as celebrações de forma virtual;

– Academias de ginástica devem funcionar com 30% de sua capacidade, devendo fazer o agendamento de horários para o devido cumprimento de todos os protocolos sanitários;

– Continua remoto o trabalho para servidores públicos, com exceção das atividades essenciais. Recomendação para a mesma medida junto ao setor privado;

– Seguem as barreiras sanitárias em Fortaleza, com recomendação para o controle por parte dos municípios no Interior.

Via Diário do Nordeste

Jornalista Ricardo Cavalcante
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