O Sindsaúde Ceará denunciou problemas no funcionamento da UAPS Rigoberto Romero, em Fortaleza, após moradores encontrarem a sala de vacinação fechada um dia depois do anúncio da campanha de imunização contra a gripe.
Segundo a denúncia, a população procurou a unidade de saúde para receber a vacina, mas o atendimento no setor estava suspenso porque a única técnica de enfermagem disponível para a sala de vacinação teria adoecido.
O sindicato destacou que o problema não seria o afastamento da profissional, mas a falta de equipes suficientes para garantir o funcionamento contínuo dos serviços essenciais nas unidades de saúde da capital.
De acordo com o Sindsaúde, postos de saúde estariam operando no limite, sem profissionais de reposição para cobrir afastamentos e manter o atendimento à população.
A entidade também afirmou que Fortaleza possui 108 profissionais habilitados e aprovados no concurso da extinta Fagifor aguardando convocação para atuar na rede pública municipal de saúde.
O caso reacendeu críticas sobre a estrutura das unidades básicas de saúde e gerou cobranças à gestão municipal por mais planejamento, valorização dos servidores efetivos e reforço nas equipes de atendimento.
Até o momento, a Secretaria Municipal da Saúde não havia se pronunciado oficialmente sobre a denúncia.
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