A vereadora Kessya Alencar (PMB), que recentemente deu à luz, tem acumulado ausências nas sessões da Câmara Municipal. Embora a situação pessoal justifique afastamentos, causa estranheza o fato de a parlamentar ter recusado o direito à licença-maternidade, que abriria espaço para a convocação de sua suplente, Jaqueline Dantas.

A decisão, vista por muitos como movida por vaidade ou ego político, tem consequências diretas para a população. Sem a presença efetiva de Kessya e sem a possibilidade de atuação de Jaqueline — reconhecida liderança comunitária e voz ativa em defesa das causas populares —, a cadeira permanece esvaziada e a representatividade comprometida.

Nos bastidores, cresce a cobrança: se a vereadora não tem condições de participar das sessões, por que não permitir que a suplente assuma temporariamente o mandato? A ausência reiterada não apenas prejudica o andamento das discussões no plenário, como também priva a população de uma voz que poderia estar atuando em sua defesa.

O episódio levanta um debate mais amplo sobre responsabilidade política e compromisso com o mandato. Afinal, qual deve prevalecer: o direito individual da parlamentar ou a necessidade coletiva de garantir representação ativa no Legislativo?

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