O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro afirmou, nesta sexta-feira, 2 de fevereiro, que “é óbvio que não tem condição de retornar ao Brasil agora” para reassumir seu cargo na Polícia Federal (PF). A declaração ocorreu após a publicação de uma portaria da corporação determinando o retorno imediato do ex-parlamentar à Delegacia da Polícia Federal em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.
Em vídeo divulgado na rede social X, na tarde desta sexta-feira, Eduardo Bolsonaro declarou que não pretende abrir mão do cargo. “Não entregarei de mãos beijadas” e “vou ficar firme”, afirmou. Segundo ele, a decisão será contestada, e a intenção é lutar para permanecer na função.
“Vou lutar por ele [meu cargo na Polícia Federal]. Porque sei que sou uma pessoa que batalhou para ser aprovado nesse concurso”, disse o ex-deputado na gravação.
Eduardo Bolsonaro também afirmou acreditar que a medida busca atingi-lo de outras formas. De acordo com ele, haveria uma tentativa de prejudicar sua aposentadoria na PF, seu porte de arma e sua pistola Glock, que, segundo o ex-parlamentar, é brasonada da Polícia Federal. “Querem me prejudicar”, declarou.
Até o momento, a Polícia Federal não se manifestou publicamente sobre as declarações do ex-deputado.
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