Na manhã desta terça-feira, um grupo de mães atípicas, acompanhadas pela Associação das Mães Atípicas de Canindé, compareceu à Delegacia Regional para registrar um Boletim de Ocorrência contra a coordenadora do Cazulo, unidade municipal responsável pelo atendimento de crianças com necessidades específicas.
As mães relatam que a coordenadora tem adotado posturas intimidadoras contra mulheres que buscam cobrar seus direitos, reivindicar medicamentos, terapias e atendimentos essenciais para seus filhos. Segundo elas, em vez de acolher e orientar famílias que já enfrentam uma rotina de cuidados complexos, a gestora estaria criando um ambiente hostil e dificultando o diálogo dentro da unidade.
A associação também denuncia que a coordenadora estaria recebendo respaldo do prefeito Professor Jardel, que, segundo as mães, não tem dado atenção às queixas apresentadas nem ouvido o lado das famílias que sofrem com a falta de medicamentos, a redução de atendimentos e a precariedade dos serviços oferecidos às crianças.
A ida à delegacia representa um pedido formal de providências e reforça o apelo das famílias para que o município trate a situação com seriedade, respeito e responsabilidade. As mães afirmam que continuarão cobrando melhorias e acompanhamento adequado, garantindo o atendimento digno e especializado que seus filhos precisam — e que é garantido por lei.
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