Venezuelanos foram às ruas de Caracas neste sábado (3/1) para exigir a libertação do presidente Nicolás Maduro, após uma operação militar atribuída aos Estados Unidos que resultou na captura do líder que estava no poder há décadas.

Manifestantes pró-governo se concentraram em diferentes pontos da capital, carregando cartazes e bandeiras da Venezuela. Durante os atos, eles expressaram indignação com a ação norte-americana, classificada pelos participantes como um ato de imperialismo e violação da soberania nacional.

Os protestos ocorreram em meio a um clima de forte tensão e incerteza. Diversas ruas de Caracas permaneciam praticamente desertas, enquanto parte da população formava filas em frente a farmácias e estabelecimentos comerciais, temendo desabastecimento e novos desdobramentos da crise.

A operação militar realizada durante a madrugada também deixou bairros da capital sem energia elétrica, ampliando a sensação de insegurança entre os moradores. Relatos apontam interrupções no transporte e dificuldades de comunicação em algumas regiões da cidade.

O cenário evidencia a instabilidade vivida pelo país após a ofensiva e a captura de Maduro, enquanto a população aguarda informações oficiais sobre o futuro político da Venezuela e as possíveis reações do governo e da comunidade internacional.

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