O vereador do PL, Tancredo dos Santos, utilizou as redes sociais para criticar o IMAC após seu assessor, José Augusto, ser notificado a prestar esclarecimentos por ter auxiliado o parlamentar na realização de paliativos em vias públicas sem as devidas licenças ambientais.

De um lado, o vereador do PL, que agora faz oposição após mais de um ano e meio de atuação sem postura crítica diante da atual gestão, período em que ocorreram o fim de programas sociais como o “Bora Conectar” e o “Bora Habitar”, além do corte orçamentário do programa “Bora de Graça” no início da gestão Naumi.

De outro lado, o IMAC e a gestão pública municipal, que notificam Tancredo e seu assessor apenas após o vereador deixar a base aliada. Segundo relatos já divulgados pela mídia, as intervenções com paliativos sem as devidas autorizações vinham sendo registradas anteriormente.

Nesse contexto, surgem questionamentos sobre o momento da atuação do órgão ambiental, já que a notificação ocorre após o rompimento político de Tancredo com o grupo governista, o que levanta dúvidas sobre os critérios adotados pela fiscalização, que, em tese, deveria atuar de forma técnica e sem interferência política, independentemente de alinhamentos partidários.

José Augusto terá 20 dias para prestar esclarecimentos. Ainda assim, permanece a cobrança por parte da população: por que a notificação ocorreu apenas após o rompimento político do parlamentar com a base governista?

Seria perseguição política? Estaria a prefeitura de Caucaia utilizando a estrutura administrativa para atingir opositores? A população aguarda respostas da gestão Naumi Amorim.

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