Após cinco semanas de quarentena, os prejuízos já chegam a quase R$ 3 bilhões no comércio cearense. A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado (Fecomércio) defende a abertura gradual do comércio já neste mês de maio.

Segundo a Fecomércio do Ceará, 62% dos empresários defendem o retorno gradual das operações, tudo deve ser feito com segurança. A proposta de reabertura foi apresentada em coletiva de imprensa online pelo presidente da entidade, Maurício Filizola.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNH), a redução das atividades pode eliminar quase 3 milhões de empregos no Ceará. Os empresários pedem respostas do governo dentro de canal de diálogo que discute os impactos do novo Coronavírus.

Estudos do setor apontam que os prejuízos no comércio cearense, durante as cinco semanas de quarentena, já chegam a R$ 2,9 bilhões. Ainda de acordo com o levantamento, disponível no site da federação, o Ceará é o estado com o maior acúmulo de perda.

O comércio aponta dificuldades para pagar empregados, fornecedores e credores. Facilidades no pagamento do ICMS, o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias, ainda não foram concedidas, o governo federal ampliou, por decreto, a lista de serviços essenciais.

Via Cnews

Jornalista Ricardo Cavalcante
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