Policiais militares que tentavam proibir uma aglomeração foram recebidos a pedradas por participantes de uma festa clandestina que ocorria na noite deste domingo (4), na quadra 31 do Paranoá, no Distrito Federal. O grupo também arremessou uma cadeira contra os militares (veja vídeo acima). Três pessoas foram presas.

A confusão aconteceu por volta das 22h30. A equipe de policiamento foi até a casa para verificar uma suposta desobediência ao decreto do GDF, que proíbe aglomerações e eventos de 22h às 5h, quando começa o toque de recolher na capital.

“Ao chegar no local a equipe se deparou com muita aglomeração e som alto, pessoas fazendo uso de bebidas alcoólicas e muitas crianças na rua. A equipe foi recebida a pedradas e cadeiradas”, informou a PM, em nota.

Moradores jogam pedras e até cadeira contra PMs que tentavam impedir festa clandestina no DF — Foto: Arquivo pessoal

Moradores jogam pedras e até cadeira contra PMs que tentavam impedir festa clandestina no DF — Foto: Arquivo pessoal

 

Por causa das agressões, os militares precisaram pedir reforço policial. No vídeo, um dos policiais disparam balas de borracha contra os moradores. De acordo com a corporação, “no decorrer da ocorrência foi necessário o uso de meios menos que letal e uso diferenciado da força”.

Um dos participantes da festa ficou ferido e precisou ser levado para o Hospital Regional do Paranoá, onde recebeu os primeiros socorros.

Os detidos, de 33, 35 e 38 anos, foram levados para 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá). Eles vão responder pelos crimes de lesão corporal, descumprimento de medida sanitária, desacato e desobediência.

Moradores jogam pedras e até cadeira contra PMs que tentavam impedir festa clandestina no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Moradores jogam pedras e até cadeira contra PMs que tentavam impedir festa clandestina no DF — Foto: TV Globo/Reprodução

Segundo a Polícia Civil DF, como a soma das penas dos crimes supera o valor afiançável, os suspeitos permanecem presos na divisão de controle e custódia até uma decisão judicial.

Via G1 Df

Jornalista Ricardo Cavalcante
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